Acreditamos que o crescimento do nosso negócio deve estar apoiado em bases sólidas e, portanto o controle estrito dos riscos envolvidos nas nossas atividades é parte central do nosso negócio. Realizamos a gestão de risco de forma integrada utilizando sistemas e processos que avaliem recorrentemente os fatores de risco. Nosso sistema de controle é flexível e ágil face às mudanças internas e externas e provê transparência para administração, acionistas, reguladores e investidores. São exercidas atividades diferenciadas para cada tipo de risco com a aplicação de técnicas avançadas de modelagem matemática. Entendemos a gestão de risco de mercado como parte formal do processo de investimento. Utilizamos as métricas Value-at-Risk e Stress Test diárias além de efetuarmos controles relativos à alavancagem das posições, exposição aos mercados e análise de perdas, considerando a continuidade ou a ruptura dos cenários macroeconômicos. Promovemos sua constante integração com a área de gestão de recursos, buscando garantir que os riscos sejam bem calculados e eliminar as fontes de risco que não irão contribuir para os retornos. Acreditamos que implementando uma gestão de risco ativa alcançaremos uma melhor alocação de capital, agregando valor à instituição.
- Value at Risk: corresponde à perda máxima esperada (medida em valores monetários) num dado intervalo de tempo, a um dado nível de confiança, sob condições normais de mercado. Calculamos o VaR diário da carteira a um nível de confiança de 95% utilizando simulação de Monte Carlo.
- Stress Analysis: O objetivo é analisar o comportamento da carteira, simulando de cenários de crise, quando ocorrem grandes quedas nos preços dos ativos. Estima-se o impacto da queda dos preços dos ativos sobre o valor da carteira, segregando-se os resultados pelos fatores de risco. O Banco Máxima não possui cenários fixos de Stress Test, podendo utilizar tanto crises recentes como fonte geradora de cenários, como a avaliação subjetiva de sua equipe econômica para a criação de situações limites, sendo revisados semanalmente.
- Stop Loss: limite de perda financeira da carteira da Tesouraria, estabelecida no Comitê Executivo e por operação, estabelecida pelo Diretor de Tesouraria.
- Simulação do risco on line (VaR e Stress Test): desenvolvemos um sistema de boletagem eletrônica que controla durante o dia o risco de todas as operações antes de serem realizadas. Desta forma, a gestão de risco acompanha o cumprimento dos limites estabelecidos para o VaR e o Stress Test.
Todos os modelos são periodicamente testados para verificar o grau de confiança das projeções realizadas. | Controlamos a ocorrência de desequilíbrios entre os ativos negociados e passivos exigíveis (descasamentos entre pagamentos e recebimentos) que possam afetar a capacidade de pagamento dos fundos. Avaliamos diariamente as carteiras, acompanhando sua exposição aos fatores de risco e adequação à política de investimentos.
Controlamos o risco de liquidez das posições em mercado, através de modelo de seleção de ativos que atribui pesos às seguintes variáveis de controle de liquidez: - Tamanho da posição em um determinado ativo em relação ao volume médio diário negociado deste ativo;
- Horizonte de liquidação das posições;
- Bid/ask spread e índice de negociabilidade.
| O risco operacional pode ser definido como o risco associado a um inadequado sistema de gerenciamento, controles ineficazes ou erros humanos. Os eventos de risco que representam maiores potenciais de perdas operacionais são:
- Deficiência no desempenho dos empregados, desigual distribuição de funções, falta de treinamento de substitutos;
- Sistemas não documentados, planos de contingência não atualizados, problemas com sistemas e telecomunicações;
- Controle, administração e execução dos processos.
No intuito de evitar este risco, implementamos os seguintes procedimentos de controle: - Segregação de atividades de modo a evitar conflitos de interesse;
- Sistema eletrônico de boletagem das operações executadas;
- Sistema integrado de processamento, liquidação e contabilidade;
- Segregação das funções entre as áreas de controle, possibilitando sempre uma dupla checagem das operações realizadas;
- Aplicação de testes periódicos de segurança para os sistemas de informações.
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